terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Monte Lunai

Capa do Disco In Temporal
O grupo Monte Lunai é uma banda de músicas tradicionais Europeias (Folk), que vive para o palco e para o baile, com um imaginário com dois tempos diferentes: um actual com significado imediato; o segundo poderá remeter para um imaginário antigo, de sabor vagamente medieval.


Constituindo-se por cinco músicos, que se dedicam à redescoberta da dança e do baile tradicional, no contexto da música tradicional europeia. São eles Miguel Barriga (Flautas, Gaitas de Foles, Clarinete Popular, Didgeridoo, Rauschpfeifen), Denys Stetsenko (Violino), Jorge Anacleto (Guitarras), Tiago Oliveira (Bateria, Percussões e Guitarra), Pedro Teixeira (Contrabaixo). Contam ainda com a presença de professora de danças (Patrícia Vieiratradicionais europeias que promove a ligação entre o público e o grupo animando e exemplificando as respectivas danças. Todos podem dançar!


Os Monte Lunai tocam temas de baile de hoje e de outros tempos, a muiñeira da Galiza, o hanter’dro da Bretanha, a contradança, a valsa, a mazurca. São as danças da Grécia, da Ucrânia, de Itália e Portugal, numa roda viva de culturas e musicalidades.


De particular relevância foram os bailes na Quinta da Regaleira em Sintra, no Castelo de São Jorge e no Centro Cultural de Belém em Lisboa e no mítico Andanças em S. Pedro do Sul.


Sem dúvida, uma banda para ver, ouvir e dançar!


Ver, Ouvir e Dançar

Blá Blá Blá


Capa do EP
A banda é formada em Junho de 2006, e é constituída por Joel Zão (Baixo/voz), Marcelo Silva (Guitarra/teclado), Luís Fonseca (Sax Alto/Guitarra/Voz), Gustavo Cunha (Guitarra), João Miguel (Bateria). São uma banda do norte, de Esposende e prometem na música.

Dedicando-se inicialmente à composição de alguns temas, onde era patente uma indefinição no estilo, mas não no facto de cantar em português. Bandas como Ornatos Violeta, Radiohead, Queens of the Stone Age e Muse são as influências mais marcantes e unânimes deste projecto. No entanto, a heterogeneidade das influências pessoais é o maior contributo para uma sonoridade própria, que se insere dentro do Rock Alternativo.

Entre algumas vitórias em concursos, a banda participou no programa "Aquário" do Porto Canal, em 2009. Também em 2009, os Blá Blá Blá ganham o concurso Festival Prorock, na Nazaré, e como prémio tiveram direito à gravação do seu primeiro EP "O meu nome é todas as palavras que conheces".

A banda integra o Movimento Alternativo Rock (MAR), o que lhes deu uma maior visibilidade nos meios de comunicação social.

Myspace: http://www.myspace.com/osblablabla
Blog: http://bandablablabla.blogspot.com/
Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100000908688466&ref=ts
Twitter: https://twitter.com/bandablablabla
Palco Principal: http://palcoprincipal.com/blablabla

1º Aniversário da Feedback - Santiago Alquimista
No Santiago Alquimista

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Skills & The Bunny Crew

No Hard Rock Café Lisboa
A banda é composta por Skills (vocalista, letrista), Pedro Mourato (guitarrista), José Garcia (baixista), Tropa (baterista), Beatriz Boucinha (samples ao vivo) e ainda com Alexandre Catalino (Manager/ Produtor/ Director Técnico/ Técnico de Som).

Conheceram-se em meados de 2007 (através de outro projecto que o vocalista tinha – SteelVelvet), formaram-se em finais de 2008, quando Skills teve uma epifania que vêm de Almada (Skills), Póvoa de Santa Iria (Pedro e Zé), Montijo (Tropa) e Sintra (Beatriz).

Com influências musicais tão variadas como Gabriel O Pensador, Mind da Gap, Dealema, Red Hot Chilli Peppers, Jamiroquai, Rage Against The Machine, The Roots, Led Zeppelin, Hendrix, Sly & The Familly Stone, Jeff Buckley, Muse ou Prince. O resultado é algo que os próprios costumam apelidar como um Rap-Rock Experimental, mas um Rap-Rock Experimental muito quente e emocional. Skills é quem escreve e faz um bom trabalho com letras de váriados temas da psique humana.

Já passaram pelo Hard Rock Cafe Lisboa, MusicBox, Santiago Alquimista, Crew Hassan, Rock N´Shots, Universidade Católica, entre outros.
No currículo contam, ainda, com uma vitória na 1ª edição do Concurso de Bandas universitárias U> Rock Universia, com nota máxima atribuída por um júri onde figuravam Francisco Vasconcelos (Valentim de Carvalho), José Mariño (Antena 3), Miguel Cadete (Blitz), Pedro Monteiro, (Universia Portugal), Pedro Oliveira (músico e produtor) e Paula Homem (Valentim de Carvalho Produções), além da vitória no 14º Concurso de Música Moderna de Palmela e da abertura para Sam The Kid, a que se juntam outros tantos concursos que arrebataram durante o ano de 2009 e 2010.

Quanto ao futuro, a banda não gosta de criar expectativas, preferem criar música…mas algo já está em curso e parece fazer tremer as estruturas do Ócio, da Letargia, do Lobby e de mais alguns Sistemas de Manipulação, Controlo e Estupidificação. (Estejam Atentos!!!!!)


Skills & the Bunny Crew

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Uaninauei

Uaninauei
 Há dias ou noites em que achamos que as surpresas surgem de uma forma bem positiva. Foi o que me aconteceu numa noite fria de verão, numa localidade do Alentejo profundo onde apenas uma rede móvel funcionava em condições.
No meio de um local que parecia esquecido por todo um país, surgiu-me um rapaz com vontade de comunicar, e falámos de música. Aliás, estávamos ali para isso mesmo, numa final de um concurso de bandas.

No final da noite, o Daniel Catarino deixou-me partir com a promessa de me enviar as músicas que uns meses mais tarde dariam origem ao álbum “Lume de Chão”, que agora apresenta os Uaninauei. Quando elas chegaram, a surpresa foi ainda mais positiva.

As canções são bastante fortes e a gravação é muito boa, duas características fundamentais para se dar atenção a algo de novo. A verdade é que os Uaninauei (diz-se "one in a way") escolheram um nome difícil de ler à primeira, mas pleno de conceito. 
As letras são em português, e nos dias que correm são uma agradável surpresa, porque estão livres de alguns atropelos linguísticos tão comuns e servem as músicas na perfeição. 
O nome da banda é uma espécie de brincadeira quase secreta com algumas letras de bandas nacionais que cantam em inglês, e cujas palavras fazem lembrar algo parecido com “Running Away” aportuguesado.

Os Uaninauei foram uma das bandas nacionais que mais me surpreenderam nos últimos meses. São bons músicos, sabem o caminho que querem seguir e não procuram facilitar. Podemos arranjar pontos de contacto com outras bandas, é fácil pelo som que praticam entender que aqui ou ali fazem lembrar os Ornatos Violeta ou os Mundo Cão, mas a verdade é que têm muita personalidade. As suas 3 guitarras dão à banda um som muito mais musculado, quase que tocando por vezes o metal mas sem nunca entrar por aí, embora usando alguns dos seus elementos.

São assumidamente uma banda rock com todas as suas virtudes, sem complexos e que não esquecem as suas raízes alentejanas, mostrando até certo orgulho ao incluírem um coro de cantares regionais no meio de um dos seus temas.

No fundo, “Lume de Chão” é um óptimo disco de estreia. Será um erro passar ao lado deste disco sem pelo menos lhe dar uma oportunidade.
http://www.myspace.com/uaninauei
Texto de Nuno Calado  (Antena 3)

The Amazing Flying Pony

The Amazing Flying Pony
 (Foto de Miguel Pires)

Rock. Desconstruído. Com cheiro a pós-punk. Sem perder contudo a modernidade.
Uma voz feminina, a de Nancy Knox, potente e invulgar que marca toda a diferença.
Assim de cabeça, lembram à primeira The Slits, X-Ray Spex e The Raincoats e os mais recentes Yeah Yeah Yeahs.
Contudo, os The Amazing Flying Pony, têm os pés muito bem assentes na terra e o seu trilho muito bem definido. Criam por isso um som muito próprio. Cheio de energia contagiante.
Tudo começou em 2003, quando três rapazes, o Gonçalo (Bateria), o Pedro (Guitarra) e o Nelson (Baixo) encontraram na Faculdade de Psicologia e Ciência da Educação de Coimbra. A ideia de formar um projecto, onde pudessem expressar o gosto musical de cada um, nasceu logo ali.
Um ano mais tarde conheceram Nancy Knox, que com a sua potente voz viria moldar em definitivo o som do grupo.
Cheios de ideias nas cabeça, com o rock a correr nas veias, decidiram passar à prática as conversas tidas e marcam o seu primeiro ensaio em 2008. A primeira reunião foi decisiva. No ar ficou a certeza de que com uma guitarra, um baixo, uma bateria e aquela voz, seria possível passar para o som as ideias até então discutidas.
Existia de facto uma grande sintonia entre todos, e logo nesse primeiro encontro surgiu a faixa “Streets of Hope”.
Nasciam assim em definitivo os The Amazing Flying Pony. As ideias para novas musicas fervilhavam nos seus dedos. Ensaio após ensaio, a técnica foi-se apurando em lume brando e novos temas foram sendo cozinhados.
Um mês passado, depois de muito tocarem num sótão escondido na cidade, recebem o convite para subirem pela primeira vez a um palco. A estreia aconteceu em Coimbra no Centro Cultural Artes Jah Nasce.
Quem assistiu a esta estreia não ficou indiferente ao som produzido pela banda, o que os motivou a seguirem o seu rumo, sem se desviarem dos seus princípios. Daí para cá, já tocaram por exemplo, na Festa das Latas em Coimbra, no ano de 2008, no Centro Comercial Dolce Vita, no Musicbox, (concerto disponível no site www.centralmusical.com), na Rádio Universidade de Coimbra (concerto transmitido em directo), na Via Latina , no Ceira Rock Fest, no Termómetro 2010 (Musicbox),  no Festival de Musica Moderna de Corroios, do qual foram um dos três finalistas e no Rock Of em Cantanhede, no Festival Santos da Casa na Via Latina em Coimbra, no CAE em Portalegre, no Festival Brenha a Arder, na Figueira da Foz e na Noite Branca em Coimbra.
Neste período de vida já partilharam o palco com Jorge Palma, Sérgio Godinho, Da Weasel, The Rock ‘n Roll Adventure Kids (EUA), Industry Royal (SUE) ou The Hatefull (ING). Tudo, experiências que marcaram definitivamente as suas vidas.
Pelo meio, entre actuações e ensaios, os The Amazing Flying Pony registam em estúdio quatro temas, com intuito de mostrarem a um mais vasto leque de público aquilo que andavam a fazer. Um registo, assumido como uma maquete, que serve acima de tudo para mostrar as intenções do grupo.
Na mente de todos está agora a  realização de um trabalho que possa ser encarado de forma mais séria, com o  objectivo de abrir portas, para se mostrarem em palco, e mais importante, o dar a conhecer em definitivo o nome dos The Amazing Flying Pony.
De realçar a atenção que a imprensa tem vindo a dar ao projecto com referências elogiosas na edição de Março de 2010 da Blitz e reportagem no Rádio Clube.
Se virem um poney a voar não estranhem, é este grupo de Coimbra a dar asas à sua imaginação, construindo um rock que vem da cidade do rock, mas que não é o rock desta cidade. Confusos? O melhor é mesmo ouvir para perceber!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Phama


Phama
Banda Vila Condense. Banda de estudantes. Pop/Rock Português. Que mais há para dizer? Muita coisa!
Juntam-se três, Fábio Azevedo (guitarra), Tiago Silva (Baixo) e Tiago Amorim (Bateria) e fica a falta uma voz! Nada que um post num forúm, na internet, não resolva. O Diogo Nunes junta-se à malta a cantar e ainda tem a particularidade de tocar nas teclas! Assim se formaram os Phama. No entanto, sente-se a falta de uma guitarra e é aqui que entra o David Ribeiro (Guitarra).
O Pop/Rock é o estilo destes 5 músicos que se juntaram para espalhar uma mensagem em português e fazer mexer nos nossos corações.
Estes senhores bebem muitos das grandes bandas Portuguesas como Xutos, GNR, Klepht, Pedro Abrunhosa mas também ouvem muita música nova Portuguesa e gostam de estar a par do que se passa por aí...
Diogo Nunes, Fábio Azevedo,Tiago Amorim,
Tiago Silva, David Ribeiro (da esquerda para a direita)
O som dos Phama promete já com 12 temas bem definidos e, com um EP gravado para espalhar por aí, creio que eles cheguem mais longe. Falta o próximo passo! A malta ainda é jovem (dos 21 aos 23 anos) e têm todos um longo percurso pela frente. Até porque, apesar de novos, estes rapazes já partilharam o palco com David Fonseca, com Tiago Bettencourt, e com Pedro Abrunhosa.
Estes concertos deram à banda alguma “estaleca” e já há por aí “phamosos” a cantar as músicas. É sempre bom, para qualquer banda, ouvir as suas próprias músicas serem cantadas. Dá força, motivação, mais e maiores sonhos!
E entre peles de Bombo que se rompem (para os leigos, é muito, muito, muito raro acontecer, e isto já lhes aconteceu num concerto) os Phama estão a preparar-se para lançarem o seu segundo EP! Ficamos todos à espera  que chegue!

Myspace: http://www.myspace.com/phamaband

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

TULIPA

Tulipa

Os TULIPA são uma banda de Pop/Rock de Vila Nova de Gaia que nasceu no Verão em 2009, um projecto que acabou por nascer com a insistência do  (Baixista), do Pedro Teixeira, do Pedro Gonçalves e do Rui Silva (guitarristas), depois de, os três, terem participado num outro projecto, que falhou. Junta-se um baterista (Dani), começa-se por compor alguns temas apenas faltando a cereja em cima do bolo, uma voz! É aí que entra a Xana, só em Janeiro deste ano.
Desde Janeiro, estes senhores já construiram 18 temas originais (cantados em Português e Inglês), a presença em várias finais de concursos (com uma vitória incluída no Waf Fest) e ainda alguns bares no Porto com portas abertas para estes meninos tocarem! Isto significa que há público que gosta de os ouvir!
Dentro destes 5 músicos há gostos músicas diferentes mas alargados, o que faz com existam os pontos em comum que faz com que o estilo que surge seja o Pop/rock, e é nisso que a banda se foca! Bandas como Paramore, Boys Like Girls, Colbie Caillat, Muse, Joss Stone, 30 Seconds To Mars, Radiohead  fazem parte da playlist destes 5 músicos e acabam por influência-los.
Apesar de existerem à apenas um ano, esta banda já tem músicas bastante maduras, o que se deve, também, à esperiência músical de cada músico. Ajuda sempre quando há elementos da banda que estudaram, estudam e/ou dão aulas de música.
Os TULIPA que, um dia, quase que se chamaram Manga, hoje têm, com pouco tempo de percurso, um publico que os acarinha e ainda têm um longo percurso pela frente!
Experimentem ouvir no Myspace destes senhores como é que eles tocam: http://www.myspace.com/tulipa88

Pedro G., Rui, Pedro T., Dani e Xana (da esquerda para a direita)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Dharma Project


EP
A primeira banda deste blog é Dharma Project, uma banda amiga aqui do autor de blog. 
É uma banda de Rock Alternativo que partiu das tendências de um músico, Cláudio Pinto (baixista) e fácilmente se distingue o tipo de som dentro do género. Com a voz da Cátia Crisóstomo e com um baterista e um guitarrista (Ricardo Neves e João Ramos respectivamente) com gostos musicais e influências em bandas progressivas como Dream Theater, ou bandas de Thrash Metal como Metallica, trouxeram uma musicalidade diferente aos 12 temas, compostos pelo Cláudio à cerca de 3 anos atrás que, segundo o próprio Cláudio, tinham como base referências como Guano Apes, No Dbout, Skunk Anansie e Allanis Morrissete. No conjunto da banda, acabam por surgir referências musicais que vão deste o Trip-Hop ao Metal. É este vasto leque de influências que dão a esta banda, Dharma Project, a sua sonoridade característica.
Durante este ano de 2010, a participação em concursos musicais por todo o país tem sido assídua. Nos 7 concursos que que participaram já conseguiram 3 primeiros lugares (Olhão, Sousel e Gondomar), 3 segundos lugares (Palmela, Grandola e Alenquer) e apenas 1 terceiro lugar (Vila do Conde).
Estes resultados dão força a qualquer banda e, com prémios monetários, estes quatro músicos conseguiram promover a gravação de um EP. Este EP já foi gravado e está disponível do Myspace da banda. Ainda não existe em formato físico, mas segundo o Cláudio, irá estar brevemente disponível, também para a promoção junto da comunicação social.
Este ano foi melhor ano como banda, já com quase 30 concertos tocados e ainda alguns por tocar e até já se começou a preparar o ano de 2011 que também promete ser um bom ano, com mais músicas, mais concertos e, certamente, com o que todas as bandas desejam, mais público!
Podem seguir o percurso da banda no seu Myspace:
http://www.myspace.com/thedharmaproject

Cláudio Pinto, Cátia Crisóstomo, Ricardo Neves, João Ramos
(da esquerda para a direita)